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Estado do Rio Grande do Norte

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Turismo 
O turismo é a segunda fonte de renda do estado, o maior de iniciativa própria, responsável pelo principal papel que interfere no desenvolvimento no estado. Segundo dados da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte (SETUR-RN), a receita estimada em 2002 foi de US$ 216 131 752.

O Rio Grande do Norte conta com diversos pontos turísticos, desde sítios arqueológicos, belezas naturais e polos de ecoturismo. Segundo estatísticas, o estado é visitado por mais de dois milhões de turistas, vindos de outros lugares do estado, de outras regiões do Brasil e até mesmo do exterior. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontam que o Rio Grande do Norte é campeão em investimentos estrangeiros no país, devido a alguns fatores, como a sua localização geográfica. Só em 2002 o estado foi visitado por 1 423 886 turistas, número que passou para 2 096 322 em 2007, mais da metade brasileiros (1 750 882). O governo criou condições e investiu bastante neste setor nos últimos anos, hoje possui 54 atividades, realizadas direta ou indiretamente, com a implantação de uma capitação dos profissionais e de uma infraestrutura. O turismo no Rio Grande do Norte foi divulgado no Brasil e no exterior, fazendo com que o número de voos internacionais subisse de cinco em 2002 para mais de trinta nos dias atuais. O estado acolhe estrangeiros vindos principalmente de países europeus.

Nas regiões do Seridó, Médio Oeste e Alto Oeste, já foram descobertos enterramentos (restos) humanos que viveram naquele lugar há mais de dez mil anos, muito antes da descoberta do continente. Em partes do estado e do Nordeste ocorreu o desenvolvimento de uma das mais ricas e expressivas artes rupestres conhecidas no mundo.

Os pontos de visitação que merecem destaque são: em Natal, a Fortaleza dos Reis Magos, o Centro de Artesanato, o Parque das Dunas e a Via Costeira; no restante do litoral, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (Parnamirim), as praias de Barra do Cunhaú (Canguaretama), Genipabu (Extremoz), Maracajaú (Maxaranguape), Piranji (Parnamirim), Pipa (Tibau do Sul), além dos municípios de Galinhos, no litoral norte, e São Miguel do Gostoso, no litoral nordeste; no interior, o Castelo de Zé dos Montes (Sítio Novo), a Estátua de Santa Rita de Cássia (Santa Cruz) e o Lajedo de Soledade (Apodi), além dos municípios de Acari, Caicó, Carnaúba dos Dantas (todos na região do Seridó), Martins (Alto Oeste), Mossoró (região oeste) e Serra de São Bento (agreste).

Os principais polos de ecoturismo do Rio Grande do Norte são Natal, o litoral sul, o litoral norte/nordeste, as serras localizadas a sul do território potiguar, Serra Branca (São Rafael), a região do Seridó e a Chapada do Apodi. Natal, capital e município mais populoso do estado, é porta de entrada para o turismo no Rio Grande do Norte. Mossoró, segundo município mais importante depois da capital, é um destino especialmente procurado.

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